quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Novas Funcionalidades - Versão 1.185.273

Vídeo Explicativo sobre o Cadastro de Programação

Na parte superior direta da tela do cadastro de programação, esta disponível um link que dará acesso a um vídeo explicativo de como criar ou utilizar o cadastro de 'Programação':


Cadastros - Tabelas - Possibilidade informar observações para cada horário da tabela.

Nesta versão será possível incluir uma observação especifica para cada horário. Este campo de observação esta disponível em: Cadastros, Tabelas, Aba Horários. 


Esta observação será visível no relatório 'Horário de Tabelas', modelo 'Horários', com a opção 'Detalhar Horários' marcada e a opção 'Posto de Controle' no campo 'Agrupamento' selecionada.

Destaque para empregados 'TIRA-FOLGAS' na de Ajustar Escala, em Escala Matriz e Diária.

Visando tornar mais fácil o processo de preenchimento de escala, foi incluído um novo destaque na tela de Alterações de Escala (Ajustar) para empregados Tira-Folgas.

Os empregados cadastrados em 'Cadastros, Tira-Folas', receberam este destaque, estando já em uma tabela ou na relação de empregados Disponíveis (Ao marcar opção Detalhes).


Possibilidade de ordenação da lista de quantidade de cartões pelo seccionamento ou pela ordem padrão do cadastro de cartões (crescente e/ou decrescente) na tela de prestação de contas, Digitação ou Importação de Arquivo.

Para empresas que utilizam a configuração de Tarifas por Seccionamento, será possível ordenar no momento da digitação do 'BCD' (Digitação ou Importação de arquivo) a lista dos cartões cadastrados. 

As ordenações disponíveis são: 
  • Definida em Cadastro - Que vai seguir o padrão utilizado hoje, seguindo a ordem numérica do campo ORDEM do cadastro de Cartão;
  • Seccionamento - Vai seguir a ordem de seccionamentos criados nos cartões. Podendo o usuário optar por ordenar em duas opções:
    • A -> Z - Inicialmente todas as seções A's dos cartões e segue a ordem alfabética das sessões;
    • Z -> A - Vai exibir as sessões em ordem inversa
                          





terça-feira, 23 de outubro de 2012

Projetos de BRTs movimentam indústria de ônibus

Integrante dos planos de melhoria do transporte público na maioria das cidades-sede da Copa do Mundo 2014, os sistemas de ônibus rápidos, os BRTs, abrem uma nova frente de disputa entre as indústrias de carrocerias e de chassis de ônibus. De olho na chance de fornecer veículos para as linhas em construção ou em planejamento em cidades como Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre, as empresas aceleram lançamentos dos veículos voltados para o sistema que utiliza veículos articulados com capacidade para até 270 passageiros.
A expectativa no mercado é de que as novas operações de BRTs exijam a aquisição de cerca de 2,5 mil coletivos especiais até 2014. O volume equivale a mais de 20% do mercado brasileiro anual de ônibus urbanos, que é de 12 mil unidades, segundo Dario Ferreira, diretor comercial da Comil Ônibus, que espera abocanhar 15% desse mercado. A empresa lançou, no início de outubro, um novo modelo voltado para o segmento durante a Fetransrio 2012, uma das principais feiras do segmento no País, realizada no Rio de Janeiro.
A Neobus também aposta no segmento. A empresa desde 2011 produz BRT, como um modelo biarticulado utilizado em Curitiba. E também aposta nas exportações para países como Chile e Equador.
Como a maioria dos projetos entra em operação até 2014, o próximo ano deve marcar a intensificação da concorrência entre as montadoras na briga pela preferência das operadoras e das prefeituras. Maurício da Cunha, diretor industrial da encarroçadora Caio Induscar, espera o mercado de BRT em alta já em 2013. “Nós queremos vender 500 unidades, o equivalente a 5% da nossa produção”, diz o executivo da empresa que começou neste ano a produzir uma linha de coletivos para essa modalidade.
Enquanto os projetos das capitais e sedes da Copa lideram o atual ciclo de implantação de BRTs, depois de 2014 as indústrias devem se voltar para as cidades de médio porte. “Os municípios a partir de 400 mil ou 500 mil habitantes também devem adotar esse tipo transporte”, diz Paulo Corso, diretor de operações comerciais da Marcopolo. A empresa já montou BRTs para cidades da América Latina e tem veículos em operação no Corredor Transoeste, no Rio de Janeiro. Segundo levantamento do projeto BRT Brasil, da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, o Brasil tem hoje, pelo menos, 15 cidades com projetos em andamento, com investimentos que superam a marca de R$ 8 bilhões até 2016.
A sigla BRT vem do inglês Bus Rapid Transit, que significa Transporte Rápido por Ônibus. O sistema prevê linhas expressas com ônibus articulados com capacidade entre 160 e 270 passageiros. Os ônibus circulam em pistas exclusivas, e as estações contam com pistas de ultrapassagem. Para entrar no veículo, os usuários pagam sua passagem ao ingressar na estação, como em um metrô, o que reduz o tempo de embarque. Um dos principais atrativos é o custo de instalação, inferior ao dos trens subterrâneos, e o tempo de implantação, que pode ser de apenas um ano, de acordo com Wagner Colombini, diretor da Logit Consultoria.
O Sistema de BRT mais antigo do Brasil é o de Curitiba, implantado nos anos 1970. Mas foi nos últimos anos, com o aumento da frota de veículos e a multiplicação de congestionamentos nas grandes cidades, que o sistema entrou nos planos das prefeituras brasileiras para melhorar a eficiência da mobilidade urbana. Além das capitais do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, também há planos para o uso do sistema em Belém, Brasília, Campo Grande, Cascavel, Curitiba, Goiânia, Recife, Manaus, Maringá, Uberlândia, Vitória e Curitiba, que deve ganhar novas linhas.

Fonte:transporteelogistica.terra.com.br

Fortaleza: Faixas preferenciais otimizam viagens de coletivos no Centro

pós um mês de implantação das faixas preferenciais nas principais vias do Centro, o tempo de viagem dos coletivos reduziu praticamente a metade na maioria das linhas de ônibus que circulam naquela área. 
Segundo dados da Divisão de Monitoramento da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), linhas como Cidade 2000/Centro e Antônio Bezerra/Mucuripe que gastavam sete minutos ao circular somente no trecho da Av. Imperador, hoje fazem o mesmo trajeto em três e quatro minutos, respectivamente. 
Situação semelhante também pode ser observada na linha Aguanambi I, que teve o deslocamento otimizado na Av. Imperador com diminuição no tempo de viagem de seis para três minutos. A implantação das faixas preferenciais cumpre a Lei da Mobilidade Urbana, nº 12.587, que prevê a priorização do transporte coletivo sobre o individual. Dado continuidade ao que determina a legislação, a medida será ampliada para as avenidas José Bastos e Carapinima. 
Fonte: Etufor

Mudanças no trânsito de Fortaleza

Os órgãos encarregados da mobilidade urbana, em Fortaleza, anunciam para os próximos dias mudanças radicais no sistema viário leste. As medidas planejadas objetivam alterar o fluxo das Avenidas Santos Dumont e Dom Luís, Desembargador Moreira e Senador Virgílio Távora. 
Diante do trânsito paralisante, como tem sido registrado em áreas mistas, ocupadas por moradias e por atividades comerciais e de serviços, as propostas trazem a esperança de modificações mais profundas, antes que o problema desses espaços urbanos se torne irreversível. Pressupõe-se que o plano a ser executado tenha sido um consenso de especialistas em engenharia, tecnologia e administração de trânsito, com capacidade de apontar soluções factíveis. 
As razões da falta de fluidez no tráfego da Capital pairam, em primeiro lugar, no próprio traçado urbano, sob o formato de xadrez, com ruas estreitas, avenidas acanhadas e quadras curtas, como se a cidade jamais evoluísse do ciclo das carroças e dos bondes. Paralelamente, os Planos Diretores não trataram de corrigir essa falta de perspectiva durante a aprovação dos loteamentos. 
Por motivos administrativos, foi extinto o Instituto de Planejamento do Município (Iplam), que possuía um acervo sobre a Capital, sua evolução e memória urbana. Reunia também recursos técnicos e humanos para orientar o crescimento ordenado da cidade que, numa fase decisiva, ficou sem rumo. 
No vazio de direcionamento, ocorreram fenômenos desta ordem em Fortaleza: entre 2001 e 2011, a frota de automóveis evoluiu de 331.075 unidades para 628.039. O crescimento é de 87,7% na primeira década do século XXI, traduzido em 296.964 novos veículos em circulação. No período, não foram realizadas obras de infraestrutura para suportar essa invasão motorizada e harmonizar o espaço urbano. 
Essa anomalia foi constatada pelo Observatório das Metrópoles, ao estudar as doze maiores cidades do País, com base nos dados acumulados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). As doze metrópoles apresentam problemas semelhantes de tráfego, em razão do crescimento vertiginoso da frota de veículos, sem haver correspondência em investimentos públicos capazes de permitirem a fluidez desejada. 
Em 2011, o Observatório das Metrópoles constatou a concentração, nas doze maiores cidades, de 20,5 milhões de automóveis. À época, o número representava 44% da frota nacional, mas já sofreu alterações substanciais, em razão dos atrativos financeiros proporcionados pelo governo, com a redução dos impostos cobrados sobre a comercialização de veículos novos nos últimos meses. 
As medidas projetadas para o trânsito de Fortaleza mudam o sentido de circulação de veículos das quatro principais avenidas da região leste da cidade. A Santos Dumont terá sentido Centro-Aldeota; a Dom Luís, Aldeota-Centro; a Desembargador Moreira, Sertão-Praia; e a Senador Virgílio Távora, Praia-Sertão. 
Toda mudança causa descontentamento e prejuízo às pessoas e às atividades econômicas afetadas. Contudo, a legislação privilegia o transporte público sobre o individual e esse critério tem prevalecido, como ocorreu com as mudanças da Avenida Bezerra de Menezes e dos primeiros quarteirões centrais. 
A Etufor e a AMC, com orientação técnica unificada, têm agido com cautela ao promover os ajustes anunciados. Mas serão sempre soluções provisórias, se não foram executadas as obras indispensáveis à malha viária.
Fonte: Diário do Nordeste

Fortaleza: Número de ônibus assaltados neste ano já supera os de 2011

Os assaltos em ônibus que realizam o transporte público em Fortaleza totalizam 373, número superior aos assaltos registrados em todo o ano de 2011, quando houve 279 assaltos. Os dados são Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) que, apesar do aumento do número de ocorrências, afirma que a seguranças nos veículos tem melhorado.
“O Sindiônibus vem, desde 2004, empreendendo várias ações. Muito investimento em itens de segurança. Cofre, câmera de segurança, redução do dinheiro dentro dos ônibus, tudo isso vai diminuindo a atratividade”, diz o presidente do sindicato, Dimas Barreira.
 
Ainda conforme o Sindiônibus, a frota de 2.300 veículos que realizam o transporte público em Fortaleza são monitorados por GPS e por uma central que trabalha em parceria com o Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops) há quatro anos.
Uma das linhas mais prejudicadas com os assaltos é a 340: Itaperi-Parangaba. Uma estudante, que não quis se identificar, afirma ter presenciado um assalto na última semana e disse ter sido atacada por um dos suspeitos.
“Eles falaram assim: 'é um assalto, não para o ônibus', aí o motorista ficou nervoso e parou o ônibus. Quando ele abriu a porta todo mundo saiu correndo, só ficou eu e minha colega que tava do meu lado, eles vieram com uma faca para cima de mim”, conta garota que diz ter sido salva pelo motorista.
Na linha Itaperi-Parangaba, os motoristas também trabalham como cobradores, fator que para eles aumenta o risco. “Realmente é muito perigoso, pra gente quase todo mundo é suspeito”, disse um motorista que também não quis se identificar.
Além dos veículos, as paradas incluídas na linha também são visadas por assaltantes e preocupa os usuários. “Tem uma amiga que já foi assaltada três vezes, está até com medo de andar nesses ônibus”, disse a aposentada Maria Lindalva de Souza.
Fonte: G1 Ceará